quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
01/02/08
Temos raízes tão profundas que às vezes é preciso dar a volta ao mundo para encontrar a pontinha. Que nem quando se é crinaça, e, na praia, o buraco mais fundo faz alcançar o Japão. É uma certeza certa, mas por que, então, a gente nunca chega lá? Talvez chegar ao Japão seja tão interessante quanto os pequenos furinhos de bolhas dos tatuís. É gostoso enfiar a areia na mão úmida, trazendo à tona monstros marinhos, escamas de sereia, conchas ex-casas de pérolas. manias crescentes de estar em desacordo com a pele de dentro. Operações multiplicativas que causam dor na vértebra do meio das costas, sempre que enconsta no banco do carro. Por ficar de cócoras? Por acender velas? Velas derretem. Derretem.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Eu adoro sua sensibilidade para escrever!
Postar um comentário