<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734</id><updated>2011-04-21T20:07:25.637-07:00</updated><title type='text'>seis sétimos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-4037843811269235098</id><published>2008-03-19T08:08:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T13:24:24.559-07:00</updated><title type='text'>19/03/08</title><content type='html'>Cada movimento trazia uma vida diferente. Outra tentativa de guardar cada coisa em sua devida caixa, de tirar retratos e guardá-los lindos, soltos em suas caixas, gavetas grandes, com fechadura e chaves que nem funcionam mais, uma cristaleira pequena, com portas de vidro, que estaria cheia de livros, no corredor, bem ali, onde o quarto vira sala. Vou e volto entre as coisas das quais me lembro, e daquelas que adivinho, ainda. Já. Quase pode dizer as coisas com as mãos e sem os olhos. É uma boa tentativa para se aprender. É só fazer o que sempre soube, do mesmo jeito que sempre soube, deixando cada coisa vir de onde quiser vir e ir para onde quiser ir. Travar batalhas internas só para decidir se vai descansar ou lavar a louça é meio demais, para quem quer que seja. Creio que nem mesmo Virginia Woolf tivesse tanta mistura. E mais, ela com certeza não tinha medo das palavras que escolhia. Tratava-as como rainhas mutiladas. O buraco da palma da mão é fundo demais para que possa dizer que sinto tudo. E assim, no meio, parece que tá dando choque. Me desfaço de mim mesma de vez em quando, sim. Vou para longe e acabo sendo alguma coisa que nunca fui, aí vira só mais uma. Vou virando baralho. São muito poucos os tempos, mesmo que eu não consiga exatamente saber como medi-los. Tudo passa rápido e acabo dando um nó nos olhos, que completam uma volta linda na circunferência da minha cabeça. Faltam poucas coisas, falta poruco tempo. Não sei que horas vai acontecer, logo, pode ser agora, pode já ter sido - passaria tão incólume? Não posso ficar esperando por uma coisa que nem sei se existe, não é? Hum. Dois. Dêle. Was beteutet das, bitte? Nada de cousa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-4037843811269235098?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/4037843811269235098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=4037843811269235098' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/4037843811269235098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/4037843811269235098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/03/190308_19.html' title='19/03/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-7032926592950070550</id><published>2008-03-19T07:30:00.002-07:00</published><updated>2008-03-19T07:31:20.811-07:00</updated><title type='text'>19/03/08</title><content type='html'>estou aqui fazendo as malas, e fazendo planos bons de passeios, segundinhos de coisas boas! que vontade de escrever coisas bonitas no diminutivo! rs estou bem abestalhada! e lembrando que quero ver o sol se por na praia, tá? acho que baixou o romantismo todo de uma só vez... (essa dou eu dizendo: disfarça, disfarça!) um beijo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-7032926592950070550?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/7032926592950070550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=7032926592950070550' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/7032926592950070550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/7032926592950070550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/03/190308.html' title='19/03/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-2074090452115536487</id><published>2008-02-28T12:49:00.000-08:00</published><updated>2008-02-28T12:55:28.290-08:00</updated><title type='text'>28/02/08</title><content type='html'>E seguia pensando que a brincadeira tinha sido forte demais dessa vez. Não se tratava de um comentário sobre o tamanho da testa dela, ou sobre a voz oscilante dele. Agora tinha sido sério. Duas coisas deram errado. Uma coisa deu certo. Acontece que o que deu certo era verdadeiro, o que deu errado não. É assim que a verdade vence, estava por concluir na cabeça, quando o contorno da letra ficou difícil demais, a posição da mão desconfortável, o som do grafite contra o papel ainda mais alto que o baque solto do maracatu no computador. Aprendera no mar que o tempo vai mudar quando o céu está em longa pincelada de nuvem. Batia um vento gelado, mas o sol, estranho, estava claro e quente. É bem o instante quando se pensa se o que se sabe é mesmo o que se sabe, ou seja, se se sabe realmente. O lugar faz com que ela sibile. Tem alguma coisa que acontece entre o ouvido, o cérebro e a ponta da língua entre os dentes de cima. O livro tem uma capa de mentirinha, que sai e amassa, mas que tem um desenho diferente da capa de verdade. Ela quem tinha desenhao, quando ainda indagava acerca da quantidade de capas que uma pessoa poderia ter. Descobriu, então, que as melhores pessoas são as que têm muitas folhas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-2074090452115536487?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/2074090452115536487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=2074090452115536487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/2074090452115536487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/2074090452115536487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/280208.html' title='28/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-4423788271596326750</id><published>2008-02-24T16:27:00.001-08:00</published><updated>2008-02-24T16:27:34.753-08:00</updated><title type='text'>15/11/2005 rsrs</title><content type='html'>Champagne e Shakespeare&lt;br /&gt;São teus os olhos de tempestade que anuviam meus pensamentos. Sem qualquer clareza que baste para afastar as nuvens, são tuas as tempestades de som que invadem meus sonhos e espantam demônios. É teu, e só teu, o mérito de me trazer a lírica, como se nada mais houvesse além de palavras-jóias, capazes de tranquilizar a existências dos outros ruídos do mundo. Não há tempo que baste para manter a dúvida acesa. Não há qualquer saída que ache para a vida que é outra. Não há nem mesmo amor... todo amor é fuga, lembra? E fugir é o que não quero. Peço licença a este nobre e longínquo sentimento, que não me pertence, nem mesmo me toca, para existir sem tê-lo. tarefa fácil não parece ser, mas não amar já é amar demais. Não te amo, apenas bebo de ti todo o amor do mundo. Tu não és tu, és sempre o mundo todo que cabe na chuva. Nunca me houve poesia, só ouço o que não é. Lirismo, a esta altura, ridículo me parece, mas são as bolhas catárticas saídas da pena de um grande mestre, o meu tapete mágico. Vôo para qualquer lugar onde não exista amor, para lá, nascer contigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-4423788271596326750?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/4423788271596326750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=4423788271596326750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/4423788271596326750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/4423788271596326750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/15112005-rsrs.html' title='15/11/2005 rsrs'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-1096453302382154617</id><published>2008-02-22T09:47:00.000-08:00</published><updated>2008-02-22T09:48:07.270-08:00</updated><title type='text'>22/02/08</title><content type='html'>Lá estava deitada, com as pernas ainda doloridas por conta do ato cometido. A solidão era tão grande que só o que podia desejar era estar em um lugar onde pudesse ser invisível, onde pudesse estar invisível, e então fosse. Quando mais tinha sido vista, de todos os lados, era também quando mais desejava não haver sido. Achando ainda que tinha os olhos sobre si, se moveu de leve, ainda quente. Porém, não. Todos já haviam ido embora. Ficou cega, também. Não ouvia nada, por conta. Não se podia mexer. Só havia movimento em seus órgãos, sentia cada momento de célula, pressentia cada átomo. Ao menos era escuro, negro, quase, Preto. Era a morte perto dela. Medo, não, tinha. Pensou no vazio que teria se estivesse só. Deu vontade de ir e vir. Saía fumaça de sua boca, mas não tinha fumado, nem fazia assim frio a ponto. Lembrou daquele garotinho que vê pessoas mortas, e quis ser criança de novo. Colocar a cabeça colada à parede e conversar com marcianos verdes habitantes da cama de baixo. “Eu vou te matar. Vou furar o seu olho com uma colher!”. Sim, teria sido uma experiência interessante, mas, não, obrigada. O lago era marrom claro, meio moreno, meio bege. Verde, ao menos, um ou dois, três, talvez. Uma música divertida, um carro sem teto. Licor com gosto de chocolate. E era sempre ela, ali. Todas essas vezes, em todas as coisas das quais se lembrava. Para lembrar, porém, tinha que deixar de ser. Então começava o problema todo de novo. Todo outra vez. Já estava claro, e ela queria que as janelas fossem impermeáveis à luz. Sendo, assim, impermeáveis aos olhos alheios. Até poucos minutos estava tudo tão bem. E de repente uma barulheira dessas, uma fome dessas. O lado de dentro e o lado de fora se juntaram de um jeito que, por um momento, ela e o mundo inteiro foram um só. No prédio da frente tem um velho careca no alto da cabeça, com as laterais bem brancas, magro, sem camisa. Ele fica lá o tempo todo. Ela olha, não sabe se ele está comendo, pintando, tocando uma ou jogando paciência no computador. Todas as opções são tão nojentas. Se ao menos fosse belo, pensa. O velho não pode ser belo?, pensa. Não. Não pode, não. É real, desculpa-se. Um samba, um dia desses. Um chá, na chuva.  Se ainda fosse algo menos banal. Mas no fundo sabia estar destinada a ser sempre sendo, o tempo todo. Uma coisa mudara, entretanto. Cada hora era uma hora diferente, e poder separar uma caixinha da outra, para rearrumar, depois. Alcançar nos momentos apropriados. E assim continuar indo adiante, abrindo todas as fendas, cheirando, azedo, doce, seco. Na estante. Uma coleção de potinhos de madeira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-1096453302382154617?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/1096453302382154617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=1096453302382154617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/1096453302382154617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/1096453302382154617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/220208.html' title='22/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-6755107264510533159</id><published>2008-02-17T13:16:00.000-08:00</published><updated>2008-02-17T13:17:09.510-08:00</updated><title type='text'>17/02/08</title><content type='html'>Todo dia lhe era uma pena arrancada. Não doía, quase sempre, e como sabia disso, e de quando era, já nem dava por falta da que havia sido sua. Na caixa ao lado se estendia o corpo da criança. O vidro estava imundo e o sol entrava menos, por isso. A criança quase nunca chorava. Nunca pedia comida. Nunca sentia cólica. Tampouco serviria para o que quer que fosse.&lt;br /&gt;Havia algo de matemático no ar. Pairavam números, sinais, letras minúsculas sem qualquer significado. A grafia não era bem sua, mas poderia ter sido, se ela houvesse sido um pouco mais caprichosa nas aulas certas. Bem que ela gostaria de ter uma letra assim bem redondinha, estaria mesmo contente se estivesse minimamente certa de como era sua letra.&lt;br /&gt;Mas por poder ter sido era como se fosse. O que tornava saber a diferença entre verdade e mentira muito difícil.&lt;br /&gt;Não importava mais.&lt;br /&gt;Estava lá a última pena, e não sabia o que seria depois de perdê-la. Estaria nua, por inteiro. Poderia pôr uma calcinha e um vestido solto, e aí seria completamente ridícula.&lt;br /&gt;Estava resolvido: pintaria penas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-6755107264510533159?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/6755107264510533159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=6755107264510533159' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/6755107264510533159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/6755107264510533159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/170208.html' title='17/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-7557278809841186090</id><published>2008-02-13T12:17:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T12:18:24.724-08:00</updated><title type='text'>13/02/08</title><content type='html'>Voltar a pensar sobre uma coisa é esquecê-la completamente&lt;br /&gt;Dar função às coisas é ajeitá-las, colocá-las em ordem.&lt;br /&gt;O que significa escrever “bem que mamãe avisou”?&lt;br /&gt;As coisas que aparecem mais devem ficar por baixo&lt;br /&gt;Um travesseiro de bolinhas é bom ou ruim?&lt;br /&gt;Anda me espionando, é?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-7557278809841186090?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/7557278809841186090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=7557278809841186090' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/7557278809841186090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/7557278809841186090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/130208.html' title='13/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-9168418925375994957</id><published>2008-02-13T12:09:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T12:17:22.406-08:00</updated><title type='text'>11/02/08</title><content type='html'>Como por mágica, entende tudo. Levando em conta que toda escolha demanda um abandono.&lt;br /&gt;Será que deve simplesmente ir indo? Mas que planos, se nada nunca acaba como deveria?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-9168418925375994957?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/9168418925375994957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=9168418925375994957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/9168418925375994957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/9168418925375994957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/110208.html' title='11/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-3670861020129180729</id><published>2008-02-13T12:05:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T12:09:16.009-08:00</updated><title type='text'>04/02/08</title><content type='html'>Tem dormido tanto, afinal, cinco horas é tempo demais. Toda vez que pensa naquele tipo de passado, é escuro demais, é tudo (muito) rápido e cíclico (demais). Não vai nunca ser capaz de terminar, de compreender por completo? Quero soltar todo o ar. O barulho é tão importante para fazer lembrar... deve ser por isso, a busca do silêncio, por (não) ser querida (preferida) (preterida) a (à) lembrança.&lt;br /&gt;- Uma mentirinha só não faz mal.&lt;br /&gt;- Eu também me perguntava. Suponho que ela saiba se tem maior ou menor, se cabe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-3670861020129180729?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/3670861020129180729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=3670861020129180729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/3670861020129180729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/3670861020129180729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/040208.html' title='04/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-1433875277460292791</id><published>2008-02-13T12:04:00.001-08:00</published><updated>2008-02-13T12:05:10.928-08:00</updated><title type='text'>02/02/08</title><content type='html'>A gente não sabe o quanto da gente é verdade até elogiar uma planta e ter medo de ela nascer morta no dia seguinte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-1433875277460292791?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/1433875277460292791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=1433875277460292791' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/1433875277460292791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/1433875277460292791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/020208.html' title='02/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-7601547449868578252</id><published>2008-02-13T11:59:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T12:03:45.232-08:00</updated><title type='text'>01/02/08</title><content type='html'>Temos raízes tão profundas que às vezes é preciso dar a volta ao mundo para encontrar a pontinha. Que nem quando se é crinaça, e, na praia, o buraco mais fundo faz alcançar o Japão. É uma certeza certa, mas por que, então, a gente nunca chega lá? Talvez chegar ao Japão seja tão interessante quanto os pequenos furinhos de bolhas dos tatuís. É gostoso enfiar a areia na mão úmida, trazendo à tona monstros marinhos, escamas de sereia, conchas ex-casas de pérolas. manias crescentes de estar em desacordo com a pele de dentro. Operações multiplicativas que causam dor na vértebra do meio das costas, sempre que enconsta no banco do carro. Por ficar de cócoras? Por acender velas? Velas derretem. Derretem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-7601547449868578252?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/7601547449868578252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=7601547449868578252' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/7601547449868578252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/7601547449868578252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/02/010208.html' title='01/02/08'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-5667839833015655542</id><published>2008-01-31T15:39:00.000-08:00</published><updated>2008-01-31T16:04:18.227-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sobre a cama tantas peças de roupa e uma mochila, velha, não tanto, remendada. na porta se amontoavam todos os fantasmas com cara de um só sorriso. Cansada. Se sentia. Como da primeira vez? Nada. Por volta da sexta já havia perdido completamente a graça. Eles não concordavam. Divertiam-se, sofriam-se, opunham-se, negavam-se. Cada qual a seu modo. Todos do mesmo jeito. Ali, em pé na porta. Ela podia ver, ouvir, cheirar sem nem precisar virar de frente. Se bem que desde criança soubera sentir muito mais com as costas. Desde aquele dia quando as luzes da escada se apagaram e ela teve medo de verdade. Depois daí, sempre de costas, enquanto passava a chave na porta de ferro para sair, sabia com as costas que ele estava lá, sentado nos degraus, de chapéu na cabeça. Tentou até ficar tanto tempo sem pôr o corpo ao sol, mas quando voltou, ele ainda estava lá. Não está mais. Já há alguns anos. Pensando assim, fazendo rolinhos de meia, poderia até duvidar que ele tinha existido, se não houvesse tido tanta certeza. Já conta até dez para saber quantas vezes moveu as coisas.&lt;br /&gt;Tem um lugar, esse, no qual está agora, que é para onde mais voltou. nem aí existe um seu. Está sempre flutuando - o que, convenhamos, é bem fácil quando não se tem pés. Mas, de qualquer maneira, a sensação de dentro é meio chata. Claro, com o tempo o senso de direção vai melhorando, e a capacidade de fazer um melhor amigo a cada quinze minutos também. De onde surgiram tantas blusas brancas? Ainda bem que água sanitária rende. E fede. Assim fica a sua cara, rastro de limpeza com fétido odor de passado podre. Nem é tão podre assim. Só um pouco. Pode ser mais. Ela não lembra. Caminhando de chinelo e moleton por ruas que já foram suas há tempo suficiente para terem deixado de ser, percebe o que sempre esteve. Desconhecendo. Estranhando. Anjo da guarda escrito com chaves no cimento deixa de ser previsão divina para se tornar propaganda de qualquer coisa. A santa já perdeu a coroa. Não. A santa nunca teve coroa. Tem o prédio quadrado, no qual morava o homem loiro que olhou pros peitos da sua amiga quando entrou na van, indo pro show. O sinal está quebrado, piscam todas as luzes vermelhas possíveis, a cor reverbera no fundo da cabeça gritando. Tudo tão pitoresco. Bem patéticas as pequenas flores amarelas que um dia foram rainhas que iam ao banheiro. Ali dava aula o professor de educação fisíca que não tinha um dedo, onde o menino fez cesta de costas e do meio da quadra. Subindo a escada tem um gramado bom, mas não vai lá, não vai visitar seu primeiro beijo, de olhos abertos. Virando à direita tem aquela caixa escura onde a expectativa era sempre a mesma, a luz era sempre a mesma, só a roupa tinha que ser diferente. talvez por isso hoje dobre tantas blusas brancas. A academia de ballet virou prédio. Será que eles sabem que o coreógrafo da loira dançava lá? Será que alguém lembra de como doía enfiar todos aqueles grampos na cabeça só para bater com o coque na porta do carro no primeiro dia de aula? A outra de dança virou curso de inglês. Na frente do colégio. A árvore está lá ainda, e o apartamento do menino que fedia tanto na classe de alfabetização também. Mas o colégio está bem diferente. Tem, até, um outro andar. O corredor tem ainda as mesmas telhas. Será que a janela da secretaria continua um grande buraco, ou virou uma janelinha de acrílico com um furo no meio? Devido à obra estamos atendendo na filial. Filial? Não. Não quero filhos, obrigada. Não quero ter que procurar qualquer outro colégio que não seja o meu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-5667839833015655542?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/5667839833015655542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=5667839833015655542' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/5667839833015655542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/5667839833015655542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/01/sobre-cama-tantas-peas-de-roupa-e-uma.html' title=''/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-4321761579594035347</id><published>2008-01-28T03:49:00.000-08:00</published><updated>2008-01-28T04:06:07.168-08:00</updated><title type='text'>O enorme crocodilo</title><content type='html'>Ninguém percebeu, mas todos os relógios da rua pararam. Podia ser meio dia, ou seis da tarde; não foi assim, de uma hora para outra. Cada um foi parando no seu tempo, o que deixou em suspensão qualquer tentativa externa de compreender que horas eram. Não havia mais tic-tacs, o termômetro do canteiro central inundava o espaço com a constatação infinda dos sacros 25 graus.&lt;br /&gt;Fantástico seria, obviamente, se os moradores da rua, cujo nome ninguém mais diz, tivessem se dado conta. Dar-se conta talvez nem seja o termo certo, era mais uma sensação de reconhecimento da total incerteza do tempo. Para os moradores daquela rua, era como se os relógios nunca houvessem sido inventados, percebidos. A própria palavra "hora" desaparecera de todos os dicionários, e a palavra tempo, assim como todas a ela relacionadas, tinham agora definições tão abstratas que nem mesmo o mais letrado dos moradores poderia compreender (não que tivesse qualquer intenção de fazê-lo, pois de uma hora para outra tudo se tornara tão concreto). O sol que não se ia, variava entre a hora das não-sombras e a hora dos mortos, dependendo de quem estivesse olhando. Não havia consenso. Pudera, niguém o procurava. Tudo parecia ser como sempre houvera sido.&lt;br /&gt;Não demorou, entretanto, para que visitantes se apercebessem da anormalidade do fato. Chegou a imprensa, vieram cientistas, filósofos, matemáticos, esotéricos de toda parte. Suas rugas não cessavam. Trouxeram crianças, que se tornaram adultos. Houve lá mesmo um parto, normal, e nada. Cada dia que se passava contado pelos relógios de fora fazia com que os moradores todos esquecessem da criança, da grávida, e cada dia esses se tornavam para eles novos seres, banhados de insanidade, não falando nada com nada e fazendo perguntas sobre coisas que não existiam.&lt;br /&gt;Parados estavam somente os que lá se encontravam no estranho episódio da eternidade do mundo. Verdade que lá não mais se chega. Ninguém teve fome, ninguém precisou entender inglês ou estudar química. Ninguém quis aprender a dirigir.&lt;br /&gt;Até onde se soube, ninguém morreu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-4321761579594035347?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/4321761579594035347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=4321761579594035347' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/4321761579594035347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/4321761579594035347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/01/o-enorme-crocodilo.html' title='O enorme crocodilo'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3748632401757176734.post-736662166674910909</id><published>2008-01-27T15:48:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T15:53:14.929-08:00</updated><title type='text'>26</title><content type='html'>Engraçado é que justamente hoje, quando faz um mês que cheguei aqui, vou dormir sozinha. Estou, aliás, sozinha há algumas horas. E dormi, e comi - como faço em demasia quando assim me encontro, o que reforça minha crença na história de virar uma velha gorda e sozinha, cheia de gatos, em uma cama redonda, cuja herança será do entregador do supermercado. Bem, travesseiro, açúcar, emoticons e Virgínia Woolf. Agora cama, de novo. Mais cedo escrevi: "Sou daquelas que morre todo dia, e cujo corpo é um deserto. Por isso minha sede é a maior de todas".&lt;br /&gt;Um mês depois, o elevador que pára no 6/7 só causa estranheza quando não estou sozinha. Aí é motivo de graça e início de conversa. "- Você viu o filme do Malcovich?". Que besta! Ninguém nunca vai ver o mesmo filme que eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3748632401757176734-736662166674910909?l=seissetimos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seissetimos.blogspot.com/feeds/736662166674910909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3748632401757176734&amp;postID=736662166674910909' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/736662166674910909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3748632401757176734/posts/default/736662166674910909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seissetimos.blogspot.com/2008/01/26.html' title='26'/><author><name>Roberta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15859474846487297768</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
